domingo, 5 de abril de 2009

Doces lembranças como chocolate...

As cores mais variadas sendo devoradas pelo brilho dos meus olhos.


Tons e sobretons de rosa, salmon, maravilha, azul-celeste, ultramar, verdes, verde-alface, verde-esmeralda, verde-bandeira. A caixa de lápis coloridos saltando das mãos calosas do meu sorridente pai, mais de cem cores para alegrar a minha vida. Meu paizinho, mais criança que seus filhos...
Meu pai era assim, um homem com um só objetivo em mente: agradar a família, fazer os filhos felizes, embora não o tenha sido. As cores e reflexos do seu amor ainda nos embalam os dias cinzentos.
Esse poderia ser o meu primeiro diário, guardando segredos "inconfessáveis" e foram tão secretos esses desejos que perderam-se num oceano de esquecimento. Poderia ser o sonho do sonho de um beijo que nunca seria dado nos lábios de um Joãozinho da escola, de uma festinha do passado. Passou...


Flores ao sol no quintal, colhidas e postas num copo d'água aos pés da santa de devoção, mas com a advertência vinda lá da cozinha, onde a mãe fritava bifinhos com cheiro de alho.



"- Flores com água têm que viver, mas flor sem água pode morrer..."
Lembranças da cerca da dona Camila, a vizinha portuguesa que cantava ao lavar roupas, enquanto Toninho, seu filho único, jogava bola de meia no quintal...
Enquanto isso, no teatrinho da escola, crianças cantavam em coro:

"COELHINHO DA PÁSCOA QUE TRAZES PRA MIM?
UM OVO, DOIS OVOS, TRÊS OVOS,
ASSIMMMM..."

Muitos risos e tudo era tão doce como chocolate...
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COMUNICADO AOS AMIGOS:
Por problemas de conexão, fui "obrigada" a retirar todos os selos e outras imagens da lateral do blog. Porém, na próxima postagem estarei trazendo-os de volta com os nomes e agradecimentos aos amigos que, tão gentilmente, nos ofertaram essas verdadeiras obras de arte. De antemão, desculpo-me!

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PRESENTE ESPECIAL DA MIRIAM DO BLOG "ESSÊNCIA PURA", TEMPORARIAMENTE AFASTADA, MAS QUE VOLTARÁ BREVEMENTE. MEUS AGRADECIMENTOS, AMIGA!

OBRIGADA CRISS, FELIZ PÁSCOA PRA VOCÊ TAMBÉM!

sábado, 21 de março de 2009

"Conversando com Deus" (o filme)

Ontem foi um dia difícil, confesso. Olha que não gosto de ficar choramingando pelos cantos, mas uma gripe persistente me levou a uma crise alérgica...mas não foi esse o motivo que me conduziu a esse novo diálogo com vocês, colegas que têm a generosidade de passar e, por vezes, se darem ao trabalho de me comentar.
Um amigo de longa data me visitou à noitinha e a conversa recaiu sobre um tema que evito ao máximo focalizar: a espiritualidade. Por que evito? Simples, cada um tem seu caminho, sua busca pessoal e quem sou eu para tentar impor alguma idéia? Ninguém...
Isso não significa que não tenha minhas preferências e tendências nesse campo e acabamos, eu, o amigo e meu filho, nos reunindo em torno da telinha para assistirmos a um filme muito especial:
"CONVERSANDO COM DEUS". Já o havia visto por umas três vezes, anteriormente, e sempre percebendo nele ângulos estéticos e me aprofundando mais e mais nos pensamentos ali contidos. Não esperem de mim uma resenha nos moldes tradicionais. Isso vocês que possuem seus PCs até mais incrementados que o meu, vão encontrar "de montão", caso se interessem.
As experiências e as várias quedas na vida de Neale Donald Walsch estão retratadas nessa película de uma forma tão digna e respeitosa que tomei a liberdade de ousar dividi-las com vocês. Neale passou de alto executivo, homem rico e próspero a mendigo em função de um estranho acidente de carro, pois mesmo capacitado para retomar suas atividades foi duramente rejeitado pelo "sistema". Acabou morando num parque público e lá ele encontrou o que muitos de nós, por vezes, evitamos, mas precisaríamos encontrar: a solidão, a fome física, a ausência total de afeto e, inacreditavelmente, a Solidariedade daqueles que são classificados como a escória da humanidade que são os despossuídos, os miseráveis, aqueles a quem atiramos uma moedinha e os esquecemos a seguir, esses foram os que o acolheram, seus amigos de verdade.
Neale tem total noção das suas limitações e sabe que não seria o veículo perfeito para tais "contatos" e recebe as ofensas com humildade pedindo perdão às pessoas que magoou pela vida afora, quantos de nós fariam isso?
MENTE ABERTA E SEM IDÉIAS PRÉ-CONCEBIDAS, POR FAVOR!
NÃO SOU FANÁTICA POR NADA E LONGE DE MIM TENTAR FAZER A CABEÇA DE ALGUÉM...
NAS CORES DA NATUREZA, A PAZ E O CONTATO ÍNTIMO COM DEUS!
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SELO E MARCADORES PRESENTEADOS PELA AMIGA SILVIA MASC QUE POSSUI UM EXCELENTE ESPAÇO DE UTILIDADE PÚBLICA, PRINCIPALMENTE DIRECIONADO À TERCEIRA IDADE, AGRADEÇO DE CORAÇÃO!
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KÁTIA DE CARLI, BLOG MÚLTIPLAS FACES, mulher e pessoa íntegra, mãe fora-de-série, jornalista incrível e Amiga com "A" maiúsculo mesmo, encontra-se adoentada, talvez num leito de hospital. Nem ela - muito discreta -, muito menos sua família me pediram isso e que me desculpem se o faço. Mas, peço-lhes: façamos-lhe uma visita, levemos nosso carinho e o calor do nosso afeto. Custa alguma coisa? Amanhã poderá ser o nosso dia...não seria, no mínimo, reconfortante, termos nossos amigos ao nosso lado? Nada de piedade, pieguices, apenas...AMOR!

KÁTIA, AGUARDAMOS A SUA RECUPERAÇÃO E O SEU RETORNO, DE CORAÇÃO!

PRA VOCÊ, ESSE BOTÃO ORVALHADO QUE COLHI AGORA...

sexta-feira, 13 de março de 2009

A BRUXA DO LABIRINTO: SEXTA-FEIRA 13

BOM TEMA PARA UMA SEXTA-FEIRA 13, QUEM ACREDITA?KIKA-ZÁS E O SEU CALDEIRÃO DE MALDADES...

As ramagens verdejantes iam formando círculos concêntricos que, aos poucos, se perdiam em estreitas trilhas e essas indo parar em becos sem saída.O LABIRINTO DE ONDE POUCOS CONSEGUIAM FUGIR COM VIDA E DIGNIDADE...

O perigo ali não residia nas sendas tortuosas dos arbustos, porém na existência de uma estranhíssima habitante do local que, por sua habilidade em criar sortilégios de magia negra, ficara celebrizada (triste fama essa) com o apelido de Kika-Zás.
Bento trazia todos os detalhes na memória e, por ser pai de uma menina muito curiosa, procurava até "carregar nas cores" e nos detalhes terríveis dos acontecimentos.
- Pai, em que a Kika o transformou? Começou ela...
- Fui um rato, minha filha, aliás, um dos ratos, pois todos os que ela encontrava não escapavam dessa praga. Passei minha juventude em tocas fétidas e esgotos até que, um dia, me bateu a idéia mais luminosa da minha vida: destruir seu jardim das hortências. Não que odiasse essas exuberantes flores, mas pelo fato dela esconder sob a terra seus talismãs e bruxedos. Daí, arranquei, raiz por raiz todas as falsas flores do seu jardim do mal.BENTO TRANSFORMADO EM RATO...

- E a mamãe? Ela a odiava também?
Bento empalideceu, mas prosseguiu:
- Sua mãe foi aterrorizada por ela até o dia em que consegui libertá-la. Posso contar isso outro dia?
- Não. A resposta foi certeira. Quem já conseguiu enrolar uma criança? Ninguém, óbvio.
- Certo, certo, Marcinha! Sua mãe foi vítima da inveja dessa bruxa e dos seus necromantes, unicamente porque possuía um roseiral à frente da sua casa. Foi inveja da Kika, minha menina! Os vizinhos ao redor começaram a comparar e a preferir as rosas de Isaura e não as hortências de Kika. Na verdade, para os invejosos, a motivação pode ser trivial, mas a vingança é feroz.O JARDIM DE ISAURA QUE KIKA-ZÁS INVEJAVA...

Fui atraído à casa da bruxinha com um falso convite para uma festa e lá bebi um dos seus "filtros" em taça de cristal, deixei-me levar pelas aparências, também me culpo por tudo. E mesmo transformado em asqueroso roedor, pude infiltrar-me na masmorra onde sua mãe se encontrava prisioneira e roí as cordas que a prendiam, libertando-a para sempre.
Marcinha, a essa altura, já queria ouvir o fim da história:
- Pai, pai, a Kika morreu?
Aqui, Bento preferiu não mentir:
- Não, filha, as bruxas são como vírus, elas se encapsulam e até aparentam "ser boas". Nós, os humanos é que precisamos ser vigilantes e necessitamos criar os antídotos e defesas contra o mal. Dormir com um"olho aberto e o outro fechado" - ele sorriu sem querer - deu pra entender? A menina também abriu um sorriso bem maroto.
- Continuando, fugimos pelo denso labirinto onde ouvíamos uivos e sombras gigantescas que surgiam ao nosso lado, daí encontramos um velho lavrador que... mas a garotinha já dormia.
O esposo voltou para o quarto onde Isaura o aguardava. Estavam a salvo!

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" Dona Lurdinha, escondida atrás do coqueirinho, vá cuidar da sua vidinha e me deixe cuidar da minha!" (Miguel Falabella)

- Pois é, sabe que o Miguelito tá certo?

O recadinho foi necessário, pode crer!!!

domingo, 1 de março de 2009

Curitiba, o Primeiro Amor...

A estrada verde e os pinheirais não tinham fim, mas Curitiba estava próxima. Chegamos à rodoviária velha.
O "povo do frio" e sua propalada elegância me atraíam; havia um desfile colorido de gorros, cachecóis e até luvas pelas calçadas onde damas exibiam sua beleza nórdica-brasileira. Encantador esse país continente, não acham? Frio e Calor convivendo num mesmo idioma.
Entrei numa loja de departamentos e fui comprando, sem olhar o preço, um casaco verde-musgo que combinava com minha cabeleira bem negra. Voltei ao Hotel Mafra, fui subindo a escadaria gasta que rangia. Cheguei a um quarto amplo, limpíssimo e com inúmeos cobertores e edredons. O frio era intenso, mas havia a luz natural que se espargia através da janela escancarada. Detive-me no parapeito de onde podia divisar uma casinha azul de madeira e... um habitante masculino muito especial.
O rapaz de sobretudo cinza e madeixas douradas grudou-se na minha imaginação e eu já fantasiava, namorando-o. Adolescente, meus amigos, tudo nessa fase TEM que acontecer como nos sonhos. Não acontece, sabemos.
Foi no Café da esquina, pela manhã, ao pedir ao garçom aqueles deliciosos pãezinhos crocantes que percebi a presença de Juliano: tremi, mas não foi de frio, lhes garanto!
Juliano viu-me sozinha e veio ao meu encontro com um sorriso inocente e poderoso, me desarmou...
- Você não é daqui? Perguntou-me logo.
- Sou do Rio. Respondi-lhe, forçando desenvoltura, estava confusa por dentro e não me perguntem o porquê.
- Quer sentar-se comigo? Bem, titubeou propositalmente, se não tiver algum compromisso. Sorriu de novo. Fui levitando até sua mesa. Depois daquele longo café, guiou-me até os pontos turísticos da cidade e cedemos às primeiras carícias, as mais ingênuas, pra começar, aquelas do ABC dos jovens que tateiam na penumbra da paixão, escondidos do mundo, escondidos de si mesmos...
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*Conto minimalista (ficção).

*Só queria falar da Curitiba que conheci na adolescência. Infelizmente, o Juliano não existiu.

*Agradeço a todos!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

100, SEM CARMEN MIRANDA

1955

O céu de verão, tão azul, protegia uma criança distraída no seu mundo de fantasias, a brincar no quintal de um bairro do Rio. O mundo das formas, das pessoas adultas e das coisas estavam dela distantes.
Um som repentino corta o vácuo e as ondas de rádio lhe trazem uma voz tonitroante de um homem, seria um deus? Não, era o locutor Heron Domingues.
"- Alô, alô, Repórter Esso, alô!"
"- Urgente, queremos comunicar ao Brasil que a cantora brasileira, Carmen Miranda, acaba de falecer de um infarte fulminante em sua casa nos Estados Unidos..."
A criança se assusta, mas permanece brincando. O tempo escoa, parece lento, mas rápido passa. O quintal não mais existe e o brinquedo quebrou-se...
Carmen foi a mulher que todos supunham imortal e que não tendo suportado o peso de ser "deusa" teve seu coração estilhaçado pela dor e sucumbiu.
Os últimos momentos não foram do mito, mas de Maria do Carmo Miranda da Cunha, nascida portuguesa, mas trazida ao Brasil muito menina por sua mãe e irmã, Olinda, pobre Olinda que morreu tuberculosa. O pai, barbeiro, veio na frente e se estabelecera no Rio para garantir-lhes uma chegada mais confortável. Mas Maria do Carmo não viveria seus primeiros anos só de confortos. Trabalha em fábricas de gravatas e numa chapelaria. Por acaso, foi nesses ambientes fabris que nasceu a dedicada artesã de turbantes monumentais e indumentárias bordadas pelas próprias e pequenas mãos calejadas? Tenho quase certeza que sim.
Maria do Carmo virou Carmen por sugestão de um tio, apaixonado pela ópera Carmen de Bizet. Bem, que ela "vestiu" a baiana estimulada por Caimmy e levou seus balangandãs além das nossas fronteiras, isso não se discute. O dinheiro veio aos borbotões e o desencanto também.
Politicamente discutida até hoje como marionete da tal "política da boa vizinha" (boa para quem? Já sabemos hoje), Maria do Carmo, assim como a garotinha do quintal do bairro de subúrbio do Rio, só queriam brincar, uma para si mesma, a outra para os outros. A primeira viveu para contar um pouco da segunda que virou mito e, mesmo assim, se desencantou com o complicado mundo da fama. Ela penou duplamente: com a "culpa do sucesso internacional" e com a frieza dos ricos que frequentavam o Cassino da Urca. O samba "Disseram que Voltei Americanizada" assim nos demonstra, embora o temperasse com muito humor e picardia. Já estava ferida de morte!
Em 1972, a Serrinha, favela simpática de Madureira, explodiu na avenida com "Alô, Alô! Taí Carmen Miranda". O IMPÉRIO SERRANO desfilava mostrando ao Brasil sua Pequena Notável:
"Uma Pequena Notável / Cantou muito samba / É motivo de carnaval / Pandeiro / Camisa listrada / Tornou a baiana internacional / Seu nome corria chão / Na boca de toda gente / Que grilo é esse / Vou embarcar nessa onda / É o Império Serrano que canta / Dando uma de CARMEN MIRANDA / Cai, cai, cai / Quem mandou escorregar / Cai, cai, cai / Eu não vou te levantar..."
A gaúcha e brasileiríssima, Elis Regina, imortalizou esse samba-enredo na sua voz inigualável.
Enganam-se aqueles que pensam que essa é uma história de carnaval, essa é a minha história que o destino cruzou com a de Maria do Carmo...

100 ANOS DE NASCIMENTO DE CARMEN MIRANDA:
"Taí, eu fiz tudo pra você gostar de mim / Ai, meu bem / Não faça assim comigo, não / Você tem / Você tem / Que me dar / Seu coração..."
SEU CORAÇÃO É NOSSO, CARMEN!

Carmen, no apogeu da sua carreira

Homenagem, politicamente discutível, à "República das Bananas"

O casamento com o americano David Sebastian

A artesã humilde que consegue subir com os seus próprios dotes artísticos

A casa onde nasceu em Marco de Canaveses, Distrito do Porto, Portugal

Carro alegórico do desfile apoteótico do Império Serrano em 1972

Museu Carmen Miranda no Aterro do Flamengo, Cidade do Rio de Janeiro

Mausoleu onde foi sepultada no Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro

Chora Pierrô

Chora

Eu sei que a

Tua Colombina já

Foi embora...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

INOCÊNCIA PERDIDA

VIRGINDADE FEMININA> UM VELHO E NOVO TABU > A HISTÓRIA AQUI RELATADA, INFELIZMENTE, NÃO É FRUTO DA MINHA IMAGINAÇÃO, MAS DE UM TOLO E MACHISTA PRECONCEITO AINDA ARRAIGADO EM MUITAS MENTES ESTÚPIDAS...LAMENTÁVEL! SERÁ QUE É ASSIM QUE CONSTRUIREMOS UM MUNDO MELHOR?



A calçada estava úmida e perfumada. Quem estivesse logo atrás, veria uma jovenzinha de cabelos claros, corpo de manequim, mas praguejando e lançando jatos de perfume pelo chão. Se, mais próximo, esse alguém se aproximasse, ouviria:
- Ele me paga!
- Meu Deus, perdi minha virgindade, o que digo em casa?
- Ele me enganou, me prometeu até casamento!

- Desgraçado!
Ingrid, era filha única e vivia modestamente com sua mãe doente em casa de aluguel. Porém, sua beleza física se constituía num foco de atração constante para o sexo oposto, atiçando o desejo de todos os homens que dela se aproximavam.


Dr. Edgar, empresário e casado (ela não sabia disso), após deleitar-se com aquele corpo jovem, levanta-se repentinamente e sentencia:
- Acabou, Ingrid! Minha mulher descobriu tudo...
Antes de sair, o empresário, abriu sua maleta de executivo e de lá sacou um embrulho em papel e fita coloridos, era um frasco de perfume barato. O "presente" foi lançado sobre a cama e a moça, aturdida, não pronunciou palavra.
Rua perfumada e Inocência Perdida, quantas "Ingrids" ainda virão?
Adeus, vestido de noiva!


Adeus, festa de casamento!


Adeus...
FLORES DE LARANJEIRA: símbolo da pureza virginal no casamento.
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SELO DA AMIZADE: OBRIGADA, ANA!


SELO CORAGEM: DA ANA, VALEU!



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COMEMORAÇÃO MERECIDA DO BLOG "BRINCANDO COM ARTE" DA NOSSA BRILHANTE AMIGA CRISS, PARABÉNS!