

Cantemos juntos por nosso planeta:
Clara...Claridade...inesquecível intérprete da nossa música


Cantemos juntos por nosso planeta:
“Ouça-me bem, amor. Preste atenção, o mundo é um moinho. Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos, vai reduzir as ilusões a pó... “
Quando comecei a orientar-me nas Letras, deparei-me de chofre com Hermann Hesse e o seu Lobo da Estepe. Hesse, Nobel da Literatura em 1946, foi um autor ímpar, não dava moleza à burguesia, não fazia concessões aos que queriam entretenimento fácil, não falava de amores, e sim, de AMOR. Sua vastíssima obra é uma riqueza de miríades de temas intrigantes, fustigantes mesmo. Mas o seu monumental O Jogo das Contas de Vidro continua a desafiar leitores e críticos literários até os nossos dias: complexo, sutil, sem dar lições, sem fazer joguinhos de palavras com ninguém, e quem já viu autor alemão perder tempo com quinquilharias literárias?
"Contemplação, não é pesquisa ou crítica; ela nada é senão amor. É o mais nobre e desejável estado da nossa alma: um amor sem desejo." [Pensamento de Hermann Hesse]
Caminhante de bolhas sanguinolentas nos pés, ela atravessou e trespassou nossos corações com suas dores engolidas a seco nos bancos e brancos dos frios hospitais. Remédios e pílulas em suas mãos perfuradas pelos soros nas veias. Via-crucis para ela e para todos nós. Ficava eu engrolando rezas nas noites de travesseiros sem sono, como uma doida e doída criatura. E o sofrer não passava e, maldosamante, aumentava. Ai, quando, quando passará?
O momento em que as rosas são ofertadas às autoridades
A verdadeira imagem gravada a cores na tilma do índio

Deus e Nossa Senhora a protejam e guardem!
Obrigada, de coração!
Uma flor, uma única flor nascida entre as pedras pode ser mais forte que as botas daquele que tenta esmagá-la...
*NENHUMA CRÍTICA, EXPRESSA OU VELADA, A QUAISQUER CREDOS RELIGIOSOS. RESPEITO TOTAL À CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL. NO DEVIDO TEMPO, EXPLANAREMOS MAIS SOBRE A TEMÁTICA AQUI PROPOSTA. AQUI, FAZEMOS POSTAGENS CULTURAIS E DE INTERESSE PÚBLICO. PODEM E DEVEM EXPOR SUAS DÚVIDAS, ABERTA E RESPEITOSAMENTE. OBRIGADA!
Paul Verlaine - França [1844 - 1896] 
Não sei se houve o parto, nem se foi de ternura. Fecho o portão atrás de mim e saio para a academia. Tênis, camiseta branca e cuca fresca. Atravesso a esquina e me deparo com uma mulher com um enorme barrigão. Humilde, limpa e até com um semblante terno.
Suas palavras desfazem-me a boa impressão causada, são de desespero:
- Moça, vou abortar!
-Não, isso nunca! Respondo em cima.
- Meu marido me deixou, vou ter gêmeos e já tenho mais três filhos...
-Edith (ela disse-me o nome), se você fizer isso seus filhos vão ficar órfãos, pois com tantos meses de gestação seus gêmeos e você vão morrer.
- Vou fazer! Fala com um brilho insano no olhar.
E agora? Penso eu. Tenho que arrumar um jeito rápido de convencê-la a não fazer tal bobagem.
- Olha, querida - vou adoçando a voz - eu vou adotar seus gêmeos, tá certo assim?
Edith abre-me o sorriso mais triste que já vi e fica calada. Saiu carregando no ventre criaturas já abortadas pelo mundo.
Penso em Edith, nas mães, nos maridos, não penso em mim. Afinal, somos seres também abortados sobre a terra.
Gostaria de dizer feliz dia das mães, mas esse fato ocorreu. Perdão, não dá!
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Na foto abaixo: Minha mãe (Vanuza) comigo no colo. Ela faz cada uma comigo!
Luiz Rattes Vieira, o nosso LUIZ VIEIRA de "Menino de Braçanã" e "Prelúdio Para Ninar Gente Grande" ("Menino Passarinho"). Ele gosta que o chamem de cantador; um dos maiores estudiosos do Cordel no Brasil, pernambucano de Caruaru. Voz vigorosa, aqui demonstrada em "Paz do Meu Amor" ("Estrela Matutina"). O povo dá outros títulos às suas músicas e Luiz respeita a voz do povo, tá certo!
"Você é isso/É parto de ternura/ Lágrima que é pura/Paz do meu amor..."
É melhor você mesmo cantar, Luiz!
Postado por Guilherme. Minha mãe já deixou o post pronto. Mãe, te amo!
*Administro esse blog autorizado por minha mãe. Guilherme Pantaleão
A entrevista prossegue com a atriz quando, à certa altura, a jornalista resolve inquiri-la com mais veemência sobre um certo relacionamento amoroso da mesma. História complicada, mal explicada, cabeluda. A entrevistada encolhe-se na cadeira, mas responde a todas as perguntas. Mesmo assim, os ataques continuam e a tal jornalista torna-se mais incisiva e arvora-se como juíza da vida alheia.
Presentaço da minha amiga Graça do blog Zambeziana. Te adoro!!!